Como o investidor toma uma decisão

Escola de Negócios

Há cada vez mais produtos financeiros no mercado. Há cada vez mais empresas oferecendo esses produtos. Nesse emaranhado de opções, como o investidor toma uma decisão? Essa é uma das questões colocadas pela economia comportamental e abordada no curso Fundamentos de Finanças Comportamentais, que a HB Escola de Negócios acaba de lançar.

Resumidamente, a decisão para investir precisa ser precedida de uma decisão de poupar e seguida por um processo de acompanhar o investimento. Para os profissionais do mercado financeiro, compreender como esses momentos se dão na cabeça do cliente é essencial. Pois, essa compreensão é a base para um atendimento adequado.

O curso Fundamentos de Finanças Comportamentais é ministrado por Hudson Bessa, sócio da HB. A formação da preferência do investidor foi tema da tese de doutorado de Hudson em Administração, pela FEA-USP. “A primeira pergunta é: o que é preferência?”, diz. “E a gente não necessariamente escolhe o que prefere. Além disso, a preferência muda com o tempo.”

Hudson Bessa gosta de dar um exemplo do dia a dia para explicar a questão da preferência. Uma pessoa que prefere vinho a cerveja pode, em algum dia específico, escolher tomar uma cerveja. No calor, ela pode querer a bebida bem gelada, preterindo um bom vinho tinto. Ou seja, se a simples escolha de uma bebida não pode ser resolvida na linha “se gosto disto vou sempre preferir isto”, imagine no caso de investimentos!

O fator risco

Pois é, no caso dos investimentos, há um fator que leva cada investidor a interpretar à sua maneira os dados como rentabilidade, prazo, liquidez etc. É a aversão ao risco. No artigo “A decisão de investimento é individual”, publicado no Valor Investe, Hudson Bessa fala sobre o tema.

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Por isso, não adianta, ao oferecer produtos de investimentos, mostrar somente as tabelas de rentabilidade. “A rentabilidade de uma aplicação em determinado período é a mesma para todos, mas a sensação de ganho ou perda é diferente para cada um conforme as alegrias, apreensões e tristezas vividas ao longo do caminho”, escreve o sócio-fundador da HB em “O que as tabelas de rentabilidade não contam”, outro artigo publicado no Valor Investe.

Ficou interessado em saber mais sobre a formação da preferência dos investidores e finanças comportamentais? Quer entender como o investidor toma uma decisão? Então, entre em contato com a HB para mais detalhes do curso Fundamentos de Finanças Comportamentais: A dinâmica do processo decisório de profissionais e investidores: contato@hbescoladenegocios.com.

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