Os números falam por si: percepção de risco se elevou muito no primeiro trimestre

Escola de Negócios

Coluna do Valor Investe

O ano já começou muito desafiador, mas os Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), cada um, ao seu modo, deu um jeitinho de piorar as expectativas.

Judiciário revendo sentenças, Legislativo aprovando um orçamento inexequível e Executivo com ameaças reiteradas de intervencionismo na economia, acrescentaram algumas pimentas ao frágil cenário econômico brasileiro.

As previsões do FOCUS para inflação, PIB, taxa de juros e câmbio, todas, pioraram (relatório 08/01/ X 09/04).

O IBOVESPA iniciou o ano em 118.558 e até o último dia 12 contabilizava sessenta e seis pregões, dos quais em apenas 24 acima desta marca.

Sobre as taxas de juros, até março a média dos preços dos títulos de renda fixa pré-fixados com prazo maior do que um ano (IRF-M 1+) e dos indexados à inflação com prazo maior que 5 anos (IMA B 5+) cedeu 4,8% e 5,1% respectivamente. Em nenhum dos três primeiros meses do ano os indicadores conseguiram sair do campo negativo. Dados da ANBIMA.

Os ativos de risco continuam sendo uma boa aposta para o futuro, mas no curto prazo, quando falamos de ativos brasileiros, é preciso ter resiliência.

Este é o tema do artigo do Valor Investe da semana.
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