Eleições, covid e Banco Central americano ditarão o tom de 2022

Escola de Negócios

Coluna do Valor Investe

economia real brasileira vem patinando ao longo dos últimos anos. No biênio 2015 e 2016, enfrentamos a crise decorrente da política econômica conhecida como Nova Matriz Econômica, que estava baseada em gastos públicos, maior intervenção do governo na economia e escolha de campeões nacionais.

O governo “tampão” do presidente Michel Termer, que se seguiu ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, trouxe uma agenda liberal calcada em equilíbrio fiscal, aumento da eficiência do setor privado e retomada das privatizações.

Contudo, denúncias de corrupção envolvendo o ex-presidente foram o estopim para pedidos de impeachment que drenaram o ímpeto de recuperação e seguraram as taxas de crescimento no patamar de 1% ao ano.

O governo de Jair Bolsonaro foi eleito a partir de uma plataforma também liberal, capitaneada pelo ministro Paulo Guedes, um legítimo representante da escola de Chicago, o templo do liberalismo econômico.

Entre os lemas da campanha de 2018, o “mais Brasil e menos Brasília” me parece que continha uma mensagem bem clara sobre a suposta intenção em se reduzir a intervenção estatal e elevar o protagonismo do setor privado.

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